Treinamento é a chave para o sucesso no modelo de franquias

Por Jane Meire Boaventura

A busca por abrir o próprio negócio vem crescendo a passos largos no mercado brasileiro. De acordo com o SEBRAE são criados anualmente mais de 1,2 milhão de novos empreendimentos formais. Mas, apesar dos dados positivos, para que esse sonho não vire um pesadelo, é preciso trabalhar duro, ter tempo para se dedicar integralmente e buscar alternativas garantidas de negócios.

Nesse contexto observamos um aumento expressivo no interesse por franquias. Aqueles que investem nesse modelo garantem todo o respaldo de uma marca forte, testada e que viabiliza uma rentabilidade certa. Em contrapartida, para que o negócio obtenha sucesso, é preciso seguir à risca as regras propostas pelo franqueador e apostar continuamente em treinamentos que capacitem os funcionários.

Uma franqueadora é uma empresa que domina conhecimentos plenos um determinado negócio, uma competência para prestar um bom atendimento a uma determinada fatia de mercado. Implícito a este conhecimento está um conjunto de boas práticas codificadas em métodos, que nada mais são que “receitas de bolo” que levam ao bom desempenho do negócio. Esse método (termo de origem grega que é a junção de duas palavras: meta, que significa “resultado” e Hódos que significa “caminho”) é o caminho para se atingir o sucesso.

Para colocar esse método em prática é necessário ocorrer a transferência do conhecimento da franqueadora para a franquia por meio de treinamentos para os colaboradores. É preciso que eles sejam devidamente capacitados, para adquirirem a competência e as características necessárias ao modelo da franquia. Esses treinamentos não podem ser apenas teóricos. Não é suficiente o colaborador saber. Ele precisa saber fazer e ter atitude para fazer. Então, é fundamental existir uma etapa de dinâmicas para simulação de situações que envolvam as atividades fins.

Ambas as partes possuem responsabilidades para que o negócio seja lucrativo. O investidor deve garantir que o treinamento de seus colaboradores aconteça e cabe à franqueadora certificar que esse colaborador esteja preparado para atuar em seu nome, já que quando a empresa concede a uma franquia o direito de usar a sua marca em um mercado, ele “empresta” o seu “nome” e coloca em risco a sua reputação e imagem.

Ter um negócio lucrativo definitivamente não é uma questão de sorte. A sorte vem com muito treinamento, esforço, dedicação e a consciência de que é sempre preciso investir em capacitação.

Jane Meire Boaventura Menezes é gerente da Universidade Jiva, universidade corporativa da Jiva, empresa especializada em soluções de gestão empresarial que atua no modelo de franquias.

 

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